Vigilante
Meus olhos estão frios, cegos e sombrios, a minha visão, essa está limitada, como um poeta com tudo e sem nada, procurando um amigo. Eu luto insaciável, perspicaz e constante, procurando ter num instante o que me parece tão distante.
Quem sou eu? Qual realmente é a razão do meu escrever, tudo parece incerto, falta uma pessoa que me queira ler. Onde está o reconhecimento pelo qual o poeta luta? Nesta guerra da vida parece que sobreviver é a maior disputa.
Mas eu não desisto, pois desistir é de fraco, eu abraço meu inimigo, nas costas cuspo no seu sapato. Não preciso do rancor, nos olhos de quem só vive para matar, nem preciso de escadas humanas para me elevar.
Nesta vida cada um luta por um bocado, não serei o poeta que escreve e procura o resultado, sentado… Sou sim o poeta que sempre divulgará a sua escrita, não sou complexo, a sociedade é que me complica, sou eu apenas eu, Eusébio e Vigilante, o poeta que guarda uma força de gigante!
5 Responses
Obrigado linda.
Sabes como é importante a opinião dos leitores ![]()
Rapaz,
muito bom mesmo!
você escreve muito bem, continue que terá sucesso!
abraços
Muito obrigado pelo teu comentário, amigo Guilherme ![]()
Continue a visitar e a seguir este blog.
Eu agradeço!














Fantástico mesmo!!!!
Continua, quero ler mais textos teus ;p
São únicos!