<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" ><channel><title>Vigilante, o Poeta Vigilante &#187; poema triste</title> <atom:link href="http://vigilanteworld.com/tag/poema-triste/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://vigilanteworld.com</link> <description></description> <lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 08:55:30 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator> <item><title>Desabafando</title><link>http://vigilanteworld.com/desabafando</link> <comments>http://vigilanteworld.com/desabafando#comments</comments> <pubDate>Mon, 04 Oct 2010 19:08:19 +0000</pubDate> <dc:creator>vigilante</dc:creator> <category><![CDATA[Poesia]]></category> <category><![CDATA[Poesia Amor]]></category> <category><![CDATA[desabafando]]></category> <category><![CDATA[Desabafo]]></category> <category><![CDATA[poema amor]]></category> <category><![CDATA[poema triste]]></category> <category><![CDATA[Tristeza]]></category><guid isPermaLink="false">http://vigilanteworld.com/?p=2106</guid> <description><![CDATA[O que de nascença torto sai, no amadurecimento direito caí. Meu amor torto, entortou, nasceu assim, assim ficou. Meu amor, esse é tão forte, procurando oferecer-se, e esquivar-se à sua morte. Minha vida essa não sei, vivo os planos de outro ser, algo que nunca desejei. Não consigo não amar, não consigo não ter presente, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://fc05.deviantart.net/fs71/i/2010/276/a/7/c_is_for_chiraptophobia_by_tashythemushroom-d300h1m.jpg" alt="http://fc05.deviantart.net/fs71/i/2010/276/a/7/c_is_for_chiraptophobia_by_tashythemushroom-d300h1m.jpg" width="550" height="365" /></p><p style="text-align: center;">O que de nascença torto sai,<br /> no amadurecimento direito caí.</p><p style="text-align: center;">Meu amor torto, entortou,<br /> nasceu assim, assim ficou.</p><p style="text-align: center;">Meu amor, esse é tão forte,<br /> procurando oferecer-se,<br /> e esquivar-se à sua morte.</p><p style="text-align: center;">Minha vida essa não sei,<br /> vivo os planos de outro ser,<br /> algo que nunca desejei.</p><p style="text-align: center;">Não consigo não amar,<br /> não consigo não ter presente,<br /> o sorriso de um abraço<br /> que o meu abraço alimente.</p><p style="text-align: center;">Quero uma palavra sincera,<br /> não palavras na escuridão,<br /> quero conseguir não amar,<br /> e silenciar o coração.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vigilanteworld.com/desabafando/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O que eu tenho</title><link>http://vigilanteworld.com/o-que-eu-tenho</link> <comments>http://vigilanteworld.com/o-que-eu-tenho#comments</comments> <pubDate>Sat, 17 Jul 2010 15:04:11 +0000</pubDate> <dc:creator>vigilante</dc:creator> <category><![CDATA[Prosa]]></category> <category><![CDATA[Prosa Pessoal]]></category> <category><![CDATA[Desabafo]]></category> <category><![CDATA[poema triste]]></category> <category><![CDATA[prosa poética]]></category> <category><![CDATA[prosa triste]]></category><guid isPermaLink="false">http://vigilanteworld.com/?p=1937</guid> <description><![CDATA[Mataste a minha ambição ao dizer que não a tinha. Tenho mas não a consegues ver, nem sequer teu ser adivinha. Tudo o que faço é zero, aos teus olhos nada faço. Aos teus olhos serei e sou pobre, minha vida é fracasso. Troquei o ouro da moeda pelo sorriso de um coração sincero. O [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" src="http://fc05.deviantart.net/fs71/i/2010/197/2/e/Speechless__2__by_MyNameIsJustine.jpg" alt="" width="251" height="225" />Mataste a minha ambição ao dizer que não a tinha. Tenho mas não a consegues ver, nem sequer teu ser adivinha. Tudo o que faço é zero, aos teus olhos nada faço. Aos teus olhos serei e sou pobre, minha vida é fracasso. Troquei o ouro da moeda pelo sorriso de um coração sincero. O que isso para ti? Nada. Zero.</p><p style="text-align: justify;">Idealizaste algo que não sou, um caminho que não sigo, deixa lá, sei aquilo que sou nem me chateio contigo. A vida está difícil e a minha perdida por completo, tenho pena que não sobreviva a escrever meu ser completo.</p><p style="text-align: justify;">Eu vou conseguir algo e depois o teu sorriso venceu, pena que não saibas que parte de mim morreu. A minha princesa, por vezes acha-me louco, nem sei como me achar, só sei que te amo e não te quero deixar.</p><p style="text-align: justify;">O que eu tenho&#8230; Tenho é de ir trabalhar, empacotar os sonhos e deixar de sonhar. E por agora fico, fico a ver-me chorar, fico a ver a merda que acabei por criar.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vigilanteworld.com/o-que-eu-tenho/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Pequena Escuridão</title><link>http://vigilanteworld.com/pequena-escuridao</link> <comments>http://vigilanteworld.com/pequena-escuridao#comments</comments> <pubDate>Fri, 21 May 2010 16:07:56 +0000</pubDate> <dc:creator>vigilante</dc:creator> <category><![CDATA[Prosa]]></category> <category><![CDATA[Prosa Pessoal]]></category> <category><![CDATA[chorar]]></category> <category><![CDATA[crawling]]></category> <category><![CDATA[linkin park]]></category> <category><![CDATA[Pequena Escuridão]]></category> <category><![CDATA[poema triste]]></category> <category><![CDATA[prosa triste]]></category> <category><![CDATA[Quem Sou Eu]]></category><guid isPermaLink="false">http://vigilanteworld.com/?p=1799</guid> <description><![CDATA[Fazia frio. Ela fitava, olhava e pensava e por fim falava. Que verdade é esta que minha mente vê? Vejo perguntas sem respostas, não percebo porque. Fazia frio e a pequena rapariga apenas olhava, inocente do mundo sem perceber o que fitava. Mas dizia. Gostava de compreender o mundo. Que heresia! Gostava de me compreender [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://fc02.deviantart.net/fs41/f/2009/042/1/c/emo_girl_by_EmOlover_21.jpg" alt="" width="230" height="346" />Fazia frio. Ela fitava, olhava e pensava e por fim falava.</p><blockquote><p style="text-align: center;">Que verdade é esta que minha mente vê?<br /> Vejo perguntas sem respostas, não percebo porque.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Fazia frio e a pequena rapariga apenas olhava, inocente do mundo sem perceber o que fitava. Mas dizia.</p><blockquote><p style="text-align: center;">Gostava de compreender o mundo. Que heresia!<br /> Gostava de me compreender a mim mesma. Que bem me faria!</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Era confusa outrora, não percebia o presente. Não questionava a existência, uma razão de ser diferente. Não enumerava o certo, vivia consoante o errado. Não procurava roubar a cadeira, o lugar do eterno sentado. Levantava e levantando procurava. E de tanto procurar falou do que não encontrava.</p><blockquote><p style="text-align: center;">Quem sou eu? Uma caneta me dá existência<br /> sou o produto de um poeta, sou a sua eloquência.<br /> Quem sou eu afinal? Será o fim da tinta a minha morte<br /> sou apenas a criação, um ser apenas no papel forte.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">As questões continuavam. E cada questão sua me faz chorar mais tinta. Eu dou vida, mas muita vida morre ao fim de uma palavra. Muitas pessoas em mim nascem, muitas encontram a mente fechada. Pobre mundo o meu, sou criador e destruidor. Amo cada personagem minha sou curandeiro do amor. Sou a morte em cada palavra, meu deus como é mau o meu destino, criar tantas personagens e acabar escrevendo sozinho&#8230;</p><p>&nbsp;</p><p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Gd9OhYroLN0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/Gd9OhYroLN0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>&nbsp;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vigilanteworld.com/pequena-escuridao/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Morrendo</title><link>http://vigilanteworld.com/morrendo</link> <comments>http://vigilanteworld.com/morrendo#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Apr 2010 22:31:14 +0000</pubDate> <dc:creator>vigilante</dc:creator> <category><![CDATA[Poesia]]></category> <category><![CDATA[Poesia Tristeza]]></category> <category><![CDATA[poema reflexão]]></category> <category><![CDATA[poema triste]]></category> <category><![CDATA[poema vida]]></category><guid isPermaLink="false">http://vigilanteworld.com/?p=1755</guid> <description><![CDATA[Por vezes sinto a morte. Sinto-a fria em mim, nas palavras que escrevo, enfim&#8230; Sinto as veias de minha escrita, dilatar, inchar de raiva e desilusão. Vejo sonhos, vejo metas, desvanecerem e morrerem sem conclusão. Olho em volta, mas nada está para lá do vazio. Tenho medo, arrepio, mordo o lábio prossigo, muitas vozes sussurram, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://fc09.deviantart.net/fs5/i/2004/298/7/2/Death_of_Innocence_by_darkview.jpg" alt="http://fc09.deviantart.net/fs5/i/2004/298/7/2/Death_of_Innocence_by_darkview.jpg" width="550" height="365" /></p><p style="text-align: center;">Por vezes sinto a morte.<br /> Sinto-a fria em mim,<br /> nas palavras que escrevo,<br /> enfim&#8230;</p><p style="text-align: center;">Sinto as veias de minha escrita,<br /> dilatar, inchar de raiva e desilusão.<br /> Vejo sonhos, vejo metas,<br /> desvanecerem e morrerem sem conclusão.</p><p style="text-align: center;">Olho em volta, mas nada está para lá do vazio.<br /> Tenho medo, arrepio, mordo o lábio prossigo,<br /> muitas vozes sussurram, nenhuma de um amigo.</p><p style="text-align: center;">Existe quem na luta, lute para ver perder.<br /> Preso em seu próprio medo sem capacidade de vencer.<br /> Perder é perder, nunca poderá ser ganhar.<br /> Se perder, perdi, morri, ficarei a divagar.</p><p style="text-align: center;">Assim fico, vou ficando. Pensando. Sofrendo.<br /> Vendo passar o mundo. Escrevendo para os que vão morrendo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vigilanteworld.com/morrendo/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Longas Horas</title><link>http://vigilanteworld.com/longas-horas</link> <comments>http://vigilanteworld.com/longas-horas#comments</comments> <pubDate>Fri, 29 Jan 2010 15:18:33 +0000</pubDate> <dc:creator>vigilante</dc:creator> <category><![CDATA[Prosa]]></category> <category><![CDATA[Prosa Amor]]></category> <category><![CDATA[Amor]]></category> <category><![CDATA[força]]></category> <category><![CDATA[longas horas]]></category> <category><![CDATA[Luta]]></category> <category><![CDATA[poema amor]]></category> <category><![CDATA[poema triste]]></category> <category><![CDATA[Sentimento]]></category> <category><![CDATA[solidão]]></category> <category><![CDATA[vida]]></category><guid isPermaLink="false">http://vigilanteworld.com/?p=1320</guid> <description><![CDATA[Caí e recaí onde não queria cair, agora tenho amor que nunca consegui sentir, podes chamar-me falso mas meu amor nunca o será, agora sofro para seguir o caminho que meu coração me dá. Ao menos tu consegues, esperar sem perder a força, aguentando esse amor que tanto bate sem deixar moça. Já sofreste mais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<blockquote><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://th08.deviantart.net/fs71/300W/f/2010/028/b/c/bcaa60b06b6765cd0d1bc20cc1eb8b48.jpg" alt="" width="250" height="250" />Caí e recaí onde não queria cair, agora tenho amor que nunca consegui sentir, podes chamar-me falso mas meu amor nunca o será, agora sofro para seguir o caminho que meu coração me dá.</p></blockquote><p style="text-align: justify;">Ao menos tu consegues, esperar sem perder a força, aguentando esse amor que tanto bate sem deixar moça. Já sofreste mais que eu, nada apaga a dor da partida, eu cá vou sobrevivendo, curando ferida após ferida. Não te posso prometer a perfeição pois não sei o caminho para a atingir, não sei já o que é amor e as formas de o sentir. Apenas sei que nada sei e que de tudo sei um pouco, nesta jornada da vida que aposta em por-me louco.</p><p style="text-align: justify;">Nez, gostava de agradecer tudo aquilo que me ofereces, tudo aquilo que me dás, tudo aquilo que me prometes e cumpres sempre a sorrir, a tua amiga disse &#8220;há muito não a via assim sorrir&#8221;, só isso é capaz de me encher o coração, rasgar páginas do diário e deixar de viver na solidão.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vigilanteworld.com/longas-horas/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Um pouco de nada</title><link>http://vigilanteworld.com/um-pouco-de-nada</link> <comments>http://vigilanteworld.com/um-pouco-de-nada#comments</comments> <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:04:36 +0000</pubDate> <dc:creator>vigilante</dc:creator> <category><![CDATA[Prosa]]></category> <category><![CDATA[Prosa Pessoal]]></category> <category><![CDATA[mente baralhada]]></category> <category><![CDATA[poema triste]]></category> <category><![CDATA[tempestade poética]]></category> <category><![CDATA[um pouco de nada]]></category> <category><![CDATA[vento sem direcção]]></category><guid isPermaLink="false">http://vigilanteworld.com/?p=999</guid> <description><![CDATA[Novamente abro o caderno para escrever um pouco de nada, um pouco de tudo de uma mente baralhada. Sou como o vento que sopra sem direção, sou como o tempo que oscila sem razão. Sou a tempestade que ninguém deseja, sou o lábio que ninguém beija, mas o calor que muita gente inveja. Sou a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://fc07.deviantart.net/fs51/i/2009/327/a/8/theGlance_ofAn_imaginary_girl__by_m0thyyku.jpg" alt="" width="200" height="322" />Novamente abro o caderno para escrever um pouco de nada, um pouco de tudo de uma mente baralhada. Sou como o vento que sopra sem direção, sou como o tempo que oscila sem razão. Sou a tempestade que ninguém deseja, sou o lábio que ninguém beija, mas o calor que muita gente inveja. Sou a lágrima que escorre na cara de quem sofre,  sou o tesouro perdido onde nunca procurarão o cofre. Sou a desilusão na pele de quem nunca venceu, de quem dá tudo e deu tudo e no final tudo perdeu. Sou a voz dos que não falam mas sentem, aqueles que ao sorrir mentem, porque não existe felicidade, sou a tristeza e com tristeza trago verdade. Sou um hino que nunca irá ser cantado, sou uma voz chata, mas nunca viverei calado. Porque tirar-me a voz é como me tirar a escrita e a vontade de escrever e aí para além de já estar morto, terei de voltar a morrer.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vigilanteworld.com/um-pouco-de-nada/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>No espelho</title><link>http://vigilanteworld.com/no-espelho</link> <comments>http://vigilanteworld.com/no-espelho#comments</comments> <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:53:19 +0000</pubDate> <dc:creator>vigilante</dc:creator> <category><![CDATA[Prosa]]></category> <category><![CDATA[Prosa Pessoal]]></category> <category><![CDATA[imagem horrível]]></category> <category><![CDATA[olho no espelho]]></category> <category><![CDATA[poema triste]]></category> <category><![CDATA[poeta invisível]]></category> <category><![CDATA[tristeza de poeta]]></category><guid isPermaLink="false">http://vigilanteworld.com/?p=974</guid> <description><![CDATA[Olho no espelho procurando ver a cara deste poeta invisível, olho, volto a olhar, procuro sem nunca encontrar, a minha imagem horrível. Era previsível, mesmo escrevendo algo que procuro ser indestrutível, era previsível, que a minha morte estivesse entra a maior possibilidade possível. Hoje sou pó, que arrasta esta vida injusta, hoje sou a dor [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://fc00.deviantart.net/fs51/f/2009/319/6/2/626f55ba85359deb26b774cce5e902c0.jpg" alt="http://fc00.deviantart.net/fs51/f/2009/319/6/2/626f55ba85359deb26b774cce5e902c0.jpg" width="540" height="376" /></p><p style="text-align: justify;"><strong>Olho no espelho</strong> procurando ver a cara deste poeta invisível, olho, volto a olhar, procuro sem nunca encontrar, a minha imagem horrível. Era previsível, mesmo escrevendo algo que procuro ser indestrutível, era previsível, que a minha morte estivesse entra a maior possibilidade possível. Hoje sou pó, que arrasta esta vida injusta, hoje sou a dor que sabe o que a vida custa. Fiz um pacto com o vento para não me fazer desaparecer, tentei fazer um pacto com o tempo mas ele mandou-me foder, enfim, tudo o que dou é mais do que dou a mim, tudo o que faço apenas me conduz ao fim.</p><p style="text-align: justify;"><strong>Olho no espelho</strong> procurando encontrar os sonhos que outrora tive, procurando a pessoa que neste meu corpo vive, não encontrei. Na verdade não sei se errei, para muitos sou merda para outros sou o rei, mas na verdade sou nada, sou um viajante nesta estrada que nem no espelho tem reflexo. Sou um livro demasiado complexo, sou uma definição nunca definida, sou a merda de uma vida que eu próprio construí.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vigilanteworld.com/no-espelho/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk: basic
Page Caching using disk: enhanced
Database Caching 3/22 queries in 0.032 seconds using disk: basic
Object Caching 710/774 objects using disk: basic

Served from: vigilanteworld.com @ 2012-05-23 05:46:02 -->
