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	<title>Vigilante, o Poeta Vigilante &#187; poema triste</title>
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		<title>Desabafando</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 19:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Amor]]></category>
		<category><![CDATA[desabafando]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[poema amor]]></category>
		<category><![CDATA[poema triste]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>

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		<description><![CDATA[O que de nascença torto sai, no amadurecimento direito caí. Meu amor torto, entortou, nasceu assim, assim ficou. Meu amor, esse é tão forte, procurando oferecer-se, e esquivar-se à sua morte. Minha vida essa não sei, vivo os planos de outro ser, algo que nunca desejei. Não consigo não amar, não consigo não ter presente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://fc05.deviantart.net/fs71/i/2010/276/a/7/c_is_for_chiraptophobia_by_tashythemushroom-d300h1m.jpg" alt="http://fc05.deviantart.net/fs71/i/2010/276/a/7/c_is_for_chiraptophobia_by_tashythemushroom-d300h1m.jpg" width="550" height="365" /></p>
<p style="text-align: center;">O que de nascença torto sai,<br />
no amadurecimento direito caí.</p>
<p style="text-align: center;">Meu amor torto, entortou,<br />
nasceu assim, assim ficou.</p>
<p style="text-align: center;">Meu amor, esse é tão forte,<br />
procurando oferecer-se,<br />
e esquivar-se à sua morte.</p>
<p style="text-align: center;">Minha vida essa não sei,<br />
vivo os planos de outro ser,<br />
algo que nunca desejei.</p>
<p style="text-align: center;">Não consigo não amar,<br />
não consigo não ter presente,<br />
o sorriso de um abraço<br />
que o meu abraço alimente.</p>
<p style="text-align: center;">Quero uma palavra sincera,<br />
não palavras na escuridão,<br />
quero conseguir não amar,<br />
e silenciar o coração.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que eu tenho</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 15:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prosa]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[poema triste]]></category>
		<category><![CDATA[prosa poética]]></category>
		<category><![CDATA[prosa triste]]></category>

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		<description><![CDATA[Mataste a minha ambição ao dizer que não a tinha. Tenho mas não a consegues ver, nem sequer teu ser adivinha. Tudo o que faço é zero, aos teus olhos nada faço. Aos teus olhos serei e sou pobre, minha vida é fracasso. Troquei o ouro da moeda pelo sorriso de um coração sincero. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" src="http://fc05.deviantart.net/fs71/i/2010/197/2/e/Speechless__2__by_MyNameIsJustine.jpg" alt="" width="251" height="225" />Mataste a minha ambição ao dizer que não a tinha. Tenho mas não a consegues ver, nem sequer teu ser adivinha. Tudo o que faço é zero, aos teus olhos nada faço. Aos teus olhos serei e sou pobre, minha vida é fracasso. Troquei o ouro da moeda pelo sorriso de um coração sincero. O que isso para ti? Nada. Zero.</p>
<p style="text-align: justify;">Idealizaste algo que não sou, um caminho que não sigo, deixa lá, sei aquilo que sou nem me chateio contigo. A vida está difícil e a minha perdida por completo, tenho pena que não sobreviva a escrever meu ser completo.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu vou conseguir algo e depois o teu sorriso venceu, pena que não saibas que parte de mim morreu. A minha princesa, por vezes acha-me louco, nem sei como me achar, só sei que te amo e não te quero deixar.</p>
<p style="text-align: justify;">O que eu tenho&#8230; Tenho é de ir trabalhar, empacotar os sonhos e deixar de sonhar. E por agora fico, fico a ver-me chorar, fico a ver a merda que acabei por criar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pequena Escuridão</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 16:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prosa]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[chorar]]></category>
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		<category><![CDATA[Pequena Escuridão]]></category>
		<category><![CDATA[poema triste]]></category>
		<category><![CDATA[prosa triste]]></category>
		<category><![CDATA[Quem Sou Eu]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazia frio. Ela fitava, olhava e pensava e por fim falava. Que verdade é esta que minha mente vê? Vejo perguntas sem respostas, não percebo porque. Fazia frio e a pequena rapariga apenas olhava, inocente do mundo sem perceber o que fitava. Mas dizia. Gostava de compreender o mundo. Que heresia! Gostava de me compreender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://fc02.deviantart.net/fs41/f/2009/042/1/c/emo_girl_by_EmOlover_21.jpg" alt="" width="230" height="346" />Fazia frio. Ela fitava, olhava e pensava e por fim falava.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Que verdade é esta que minha mente vê?<br />
Vejo perguntas sem respostas, não percebo porque.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Fazia frio e a pequena rapariga apenas olhava, inocente do mundo sem perceber o que fitava. Mas dizia.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Gostava de compreender o mundo. Que heresia!<br />
Gostava de me compreender a mim mesma. Que bem me faria!</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Era confusa outrora, não percebia o presente. Não questionava a existência, uma razão de ser diferente. Não enumerava o certo, vivia consoante o errado. Não procurava roubar a cadeira, o lugar do eterno sentado. Levantava e levantando procurava. E de tanto procurar falou do que não encontrava.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Quem sou eu? Uma caneta me dá existência<br />
sou o produto de um poeta, sou a sua eloquência.<br />
Quem sou eu afinal? Será o fim da tinta a minha morte<br />
sou apenas a criação, um ser apenas no papel forte.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">As questões continuavam. E cada questão sua me faz chorar mais tinta. Eu dou vida, mas muita vida morre ao fim de uma palavra. Muitas pessoas em mim nascem, muitas encontram a mente fechada. Pobre mundo o meu, sou criador e destruidor. Amo cada personagem minha sou curandeiro do amor. Sou a morte em cada palavra, meu deus como é mau o meu destino, criar tantas personagens e acabar escrevendo sozinho&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Gd9OhYroLN0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/Gd9OhYroLN0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Morrendo</title>
		<link>http://vigilanteworld.com/morrendo</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 22:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Tristeza]]></category>
		<category><![CDATA[poema reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[poema triste]]></category>
		<category><![CDATA[poema vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Por vezes sinto a morte. Sinto-a fria em mim, nas palavras que escrevo, enfim&#8230; Sinto as veias de minha escrita, dilatar, inchar de raiva e desilusão. Vejo sonhos, vejo metas, desvanecerem e morrerem sem conclusão. Olho em volta, mas nada está para lá do vazio. Tenho medo, arrepio, mordo o lábio prossigo, muitas vozes sussurram, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://fc09.deviantart.net/fs5/i/2004/298/7/2/Death_of_Innocence_by_darkview.jpg" alt="http://fc09.deviantart.net/fs5/i/2004/298/7/2/Death_of_Innocence_by_darkview.jpg" width="550" height="365" /></p>
<p style="text-align: center;">Por vezes sinto a morte.<br />
Sinto-a fria em mim,<br />
nas palavras que escrevo,<br />
enfim&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Sinto as veias de minha escrita,<br />
dilatar, inchar de raiva e desilusão.<br />
Vejo sonhos, vejo metas,<br />
desvanecerem e morrerem sem conclusão.</p>
<p style="text-align: center;">Olho em volta, mas nada está para lá do vazio.<br />
Tenho medo, arrepio, mordo o lábio prossigo,<br />
muitas vozes sussurram, nenhuma de um amigo.</p>
<p style="text-align: center;">Existe quem na luta, lute para ver perder.<br />
Preso em seu próprio medo sem capacidade de vencer.<br />
Perder é perder, nunca poderá ser ganhar.<br />
Se perder, perdi, morri, ficarei a divagar.</p>
<p style="text-align: center;">Assim fico, vou ficando. Pensando. Sofrendo.<br />
Vendo passar o mundo. Escrevendo para os que vão morrendo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Longas Horas</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 15:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prosa]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[força]]></category>
		<category><![CDATA[longas horas]]></category>
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		<description><![CDATA[Caí e recaí onde não queria cair, agora tenho amor que nunca consegui sentir, podes chamar-me falso mas meu amor nunca o será, agora sofro para seguir o caminho que meu coração me dá. Ao menos tu consegues, esperar sem perder a força, aguentando esse amor que tanto bate sem deixar moça. Já sofreste mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://th08.deviantart.net/fs71/300W/f/2010/028/b/c/bcaa60b06b6765cd0d1bc20cc1eb8b48.jpg" alt="" width="250" height="250" />Caí e recaí onde não queria cair, agora tenho amor que nunca consegui sentir, podes chamar-me falso mas meu amor nunca o será, agora sofro para seguir o caminho que meu coração me dá.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ao menos tu consegues, esperar sem perder a força, aguentando esse amor que tanto bate sem deixar moça. Já sofreste mais que eu, nada apaga a dor da partida, eu cá vou sobrevivendo, curando ferida após ferida. Não te posso prometer a perfeição pois não sei o caminho para a atingir, não sei já o que é amor e as formas de o sentir. Apenas sei que nada sei e que de tudo sei um pouco, nesta jornada da vida que aposta em por-me louco.</p>
<p style="text-align: justify;">Nez, gostava de agradecer tudo aquilo que me ofereces, tudo aquilo que me dás, tudo aquilo que me prometes e cumpres sempre a sorrir, a tua amiga disse &#8220;há muito não a via assim sorrir&#8221;, só isso é capaz de me encher o coração, rasgar páginas do diário e deixar de viver na solidão.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um pouco de nada</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prosa]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[mente baralhada]]></category>
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		<description><![CDATA[Novamente abro o caderno para escrever um pouco de nada, um pouco de tudo de uma mente baralhada. Sou como o vento que sopra sem direção, sou como o tempo que oscila sem razão. Sou a tempestade que ninguém deseja, sou o lábio que ninguém beija, mas o calor que muita gente inveja. Sou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://fc07.deviantart.net/fs51/i/2009/327/a/8/theGlance_ofAn_imaginary_girl__by_m0thyyku.jpg" alt="" width="200" height="322" />Novamente abro o caderno para escrever um pouco de nada, um pouco de tudo de uma mente baralhada. Sou como o vento que sopra sem direção, sou como o tempo que oscila sem razão. Sou a tempestade que ninguém deseja, sou o lábio que ninguém beija, mas o calor que muita gente inveja. Sou a lágrima que escorre na cara de quem sofre,  sou o tesouro perdido onde nunca procurarão o cofre. Sou a desilusão na pele de quem nunca venceu, de quem dá tudo e deu tudo e no final tudo perdeu. Sou a voz dos que não falam mas sentem, aqueles que ao sorrir mentem, porque não existe felicidade, sou a tristeza e com tristeza trago verdade. Sou um hino que nunca irá ser cantado, sou uma voz chata, mas nunca viverei calado. Porque tirar-me a voz é como me tirar a escrita e a vontade de escrever e aí para além de já estar morto, terei de voltar a morrer.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>No espelho</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prosa]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[imagem horrível]]></category>
		<category><![CDATA[olho no espelho]]></category>
		<category><![CDATA[poema triste]]></category>
		<category><![CDATA[poeta invisível]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza de poeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Olho no espelho procurando ver a cara deste poeta invisível, olho, volto a olhar, procuro sem nunca encontrar, a minha imagem horrível. Era previsível, mesmo escrevendo algo que procuro ser indestrutível, era previsível, que a minha morte estivesse entra a maior possibilidade possível. Hoje sou pó, que arrasta esta vida injusta, hoje sou a dor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://fc00.deviantart.net/fs51/f/2009/319/6/2/626f55ba85359deb26b774cce5e902c0.jpg" alt="http://fc00.deviantart.net/fs51/f/2009/319/6/2/626f55ba85359deb26b774cce5e902c0.jpg" width="540" height="376" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Olho no espelho</strong> procurando ver a cara deste poeta invisível, olho, volto a olhar, procuro sem nunca encontrar, a minha imagem horrível. Era previsível, mesmo escrevendo algo que procuro ser indestrutível, era previsível, que a minha morte estivesse entra a maior possibilidade possível. Hoje sou pó, que arrasta esta vida injusta, hoje sou a dor que sabe o que a vida custa. Fiz um pacto com o vento para não me fazer desaparecer, tentei fazer um pacto com o tempo mas ele mandou-me foder, enfim, tudo o que dou é mais do que dou a mim, tudo o que faço apenas me conduz ao fim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Olho no espelho</strong> procurando encontrar os sonhos que outrora tive, procurando a pessoa que neste meu corpo vive, não encontrei. Na verdade não sei se errei, para muitos sou merda para outros sou o rei, mas na verdade sou nada, sou um viajante nesta estrada que nem no espelho tem reflexo. Sou um livro demasiado complexo, sou uma definição nunca definida, sou a merda de uma vida que eu próprio construí.</p>
]]></content:encoded>
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