Sonho de poeta
Sentado num baloiço sentia minha vida baloiçar, tinha tudo o que amava, mas a incapacidade do o amar. Então, amando amava, o que pretendia ter, e sozinho, pensava como tão difícil era esquecer. Foi então que do nada surgiu luz, e derrepente o que era nevoeiro ficou diferente, o ambiente frio virou quente e ela apareceu. Surgida do nada, era como um túnel em estrada, onde eu queria caminhar, e do nada e sem nada fui em sua direção a andar, não esperando nada, e mesmo sem nada esperar, é então que me beija, seu beijo tão bom e tão bom que seja, para me acordar. É pena que este poeta, com alvo mas sem seta, só seja feliz a sonhar.













