Sonho de poeta « « Vigilante, o Poeta Vigilante Vigilante, o Poeta Vigilante
Terça-feira, Novembro 24th, 2009

Sonho de poeta

Sentado num baloiço sentia minha vida baloiçar, tinha tudo o que amava, mas a incapacidade do o amar. Então, amando amava, o que pretendia ter, e sozinho, pensava como tão difícil era esquecer. Foi então que do nada surgiu luz, e derrepente o que era nevoeiro ficou diferente, o ambiente frio virou quente e ela apareceu. Surgida do nada, era como um túnel em estrada, onde eu queria caminhar, e do nada e sem nada fui em sua direção a andar, não esperando nada, e mesmo sem nada esperar, é então que me beija, seu beijo tão bom e tão bom que seja, para me acordar. É pena que este poeta, com alvo mas sem seta, só seja feliz a sonhar.

  • Facebook
  • Twitter
  • Tumblr
  • LinkedIn
  • Google Bookmarks
  • E-Mail

Category: Prosa / Prosa Amor
You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.