No céu repouso « Vigilante, o Poeta Vigilante
Sábado, Fevereiro 18th, 2012

No céu repouso

céu, estrelas

No céu repouso, quando o olho e admiro. Quando vou para além das suas nuvens e o toco como algo palpável. Adormeço nas estrelas que o compõem e dão beleza, como um bonito jogo de luzes que o mundo nos presencia. É magnífico observar algo que poucos podem explicar ou compreender, morrendo na magia de apenas apreciar e ver. É para lá daquelas nuvens, para além daquelas estrelas que mora o que não conhecemos. Que vive o infinito por ser impossível determinar o seu final.

Existe quem ignore. Quem não perca tempo a olhar o céu como por vezes eu faço. Como por vezes me deito. Olhando-o. Admirando-o. Como se as estrelas subitamente fossem descer do céu para me saudar de toda a sua luz. Como um aviso. Como algo para além do seu brilho. Estrelas são estrelas e muitas delas habitam a terra. Mesmo assim nunca as conseguirão ver brilhar. Porque vocês não olham e quem não olha com olhos de ver, dificilmente encontrará a verdade.


Category: Prosa / Prosa Fantasia
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