No acampamento « Vigilante, o Poeta Vigilante
Sábado, Dezembro 19th, 2009

No acampamento

Era verão e o calor apertava, por mais que me queimasse era no teu corpo que me encontrava. Desta vez era diferente porque não estava sozinho, tinha a meu lado quem eu queria para guiar o meu caminho. Por entre risos e gemidos, descobria cada centímetro do teu corpo, o teu beijo, o teu sorriso, era motivos para não me sentir morto. Os teus lábios molhados, devido ao facto de não os largar, o teu corpo fundido ao meu com vontade de não largar. Nunca pensei ser tão bom, mas com amor tudo é tão belo, tive meu coração na mão, antes de o esmagar com um martelo. Tudo o que é perfeito não pode durar para sempre, quem dizer que tenho sorte, eu desminto e afirmo que mente. Porque ter-se na mão o que se quer e a vida o fazer escapar, não é tristeza, é incapacidade de amar.


Category: Prosa / Prosa Amor
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