Longas Horas « Vigilante, o Poeta Vigilante
Sexta-feira, Janeiro 29th, 2010

Longas Horas

Caí e recaí onde não queria cair, agora tenho amor que nunca consegui sentir, podes chamar-me falso mas meu amor nunca o será, agora sofro para seguir o caminho que meu coração me dá.

Ao menos tu consegues, esperar sem perder a força, aguentando esse amor que tanto bate sem deixar moça. Já sofreste mais que eu, nada apaga a dor da partida, eu cá vou sobrevivendo, curando ferida após ferida. Não te posso prometer a perfeição pois não sei o caminho para a atingir, não sei já o que é amor e as formas de o sentir. Apenas sei que nada sei e que de tudo sei um pouco, nesta jornada da vida que aposta em por-me louco.

Nez, gostava de agradecer tudo aquilo que me ofereces, tudo aquilo que me dás, tudo aquilo que me prometes e cumpres sempre a sorrir, a tua amiga disse “há muito não a via assim sorrir”, só isso é capaz de me encher o coração, rasgar páginas do diário e deixar de viver na solidão.


Category: Prosa / Prosa Amor
You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed.You can leave a response, or trackback from your own site.

2 Responses

29 de Janeiro de 2010
nez

e esperarei… :p

es especial …   querido… adorei para variar… es perfeito es.. ;)

gmdt :)


Trackback