Fruto Proibido
Angustiada, perdida assim estava, esperando por alguém que ansiava, que tirasse a última carta, uma pessoa que não chegava.
Assim estava, sem rumo no fundo, perdida no meu mundo, onde ninguém entrava nem que fosse para tirar o último trunfo, de um jogo viciante, que me vicia assim que o tento compreender, que me agarra e me prende, de uma forma estranha de ser mulher.
Ele abusa do jogo, e joga com cartas que não entendo, e eu… vou vivendo, contradizendo o que vou vendo, porque sei sabendo que mesmo não querendo o que digo dizendo, meus olhos mostram que o desejo.
É insaciável, no fundo é proibido, mas é também verdade quando dizem que este é o mais apetecido.













