Fragmentos « Vigilante, o Poeta Vigilante
Segunda-feira, Agosto 2nd, 2010

Fragmentos

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Se os fragmentos da minha essência, pudessem narrar a mais admirável história que jamais expus. Se pudesse despontar perante mim, os sonhos que sempre tive, mas não propus. Se todo o escasso sonho que devoro, me elevasse à plenitude. Exista escrita. Exista saúde.

É escasso o buraco entre o sonho e a realidade, entre o fragmento e o concreto, entre o desfeito e o completo. Eu completo o meu sonho escrevendo, e a escrever-me completo. Eu desespero se não tenho, e se não me tenho sou concreto.

Não faço sentido, mas dou sentido. Sou romântico, sou emotivo. Se nasci para escrever, faço de escrever o meu motivo. E se me motivo para escrever, atrás de mim trago uma multidão. Escrevo por escrever e para redigir meu coração.

Se não escrevo desespero, dou em louco e não quero. Se não escrevo nada sou, sou pó, sou como zero. Por isso escrita, deixa-me amar-te para sempre, deixa-me mostrar-te e amar-te, meu amor não mente. Casa com a paixão que te tenho e deixa-me para sempre escrever, deixa-me juntar-me a ti, na hora de morrer.


Category: Prosa / Prosa Pessoal
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2 Responses

3 de Agosto de 2010

Tão bonito o que escreveu, com tanta sensibilidade.  Nossos sentimentos são fragmentos que se unem e nos fazem um ser humano melhor.


3 de Agosto de 2010
vigilante

Somos pequenos fragmentos que juntos nos formam :)