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Quinta-feira, Agosto 26th, 2010

Deitado no sabor do tempo

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Parei para deixar passar o tempo. E na sua passada suave, como um sentimento que em mim se crave, fiz dele um passatempo. Olhei em redor, tudo o que tinha em poesia, fragmentos de prosa de outro dia, que não conseguia apagar. Desfolhei a minha mente em páginas infindáveis e incompletas, páginas essas que virão a ser descobertas, por novos jovens poetas.

Hoje o poeta, fala de alma e coração, deixa palavras soltas no tempo para no futuro construírem uma nova emoção. Procuro sentir e fazer sentir a imensa dispersão de sentimentos que cada um guarda no seu interior. Desde paixão, raiva, ódio, até à última réstia de amor. Quero que sintam tudo!

E aí a prosa, transforma-se em poesia,
o sol beija a lua, no nascer do novo dia,
e a poesia que hoje trago, diferente da que fazia,
hoje sou um simples mago, espalhando sua magia.

A minha realidade, realiza-se no coração de cada um leitor. A pior desilusão, é não existir a sensação, dentro do seu interior. Não interessa qual, não interessa de que forma, apenas importa a luz, que deixa a vossa alma morna.

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Category: Prosa / Prosa Pessoal
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3 Responses

26 de Agosto de 2010

Mandou bem no texto amigo.,
abçs


27 de Agosto de 2010
vigilante

Obrigado amigo Diego.


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