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	<title>Vigilante, o Poeta Vigilante &#187; Pensamento</title>
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		<title>Pensamento</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 21:18:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[essência da vida]]></category>
		<category><![CDATA[Passado]]></category>
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		<description><![CDATA[Por mais que a vida e que as situações que a compõem nos iludam a acreditar que o passado morreu no seu tempo, vivemos constantemente o presente na memória de flashes consecutivos de um passado que nos assola. Por mais que o futuro pareça sorrir e iluminar qualquer pedaço da nossa existência, parecemos querer esquecer e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><img class="alignleft" src="http://fc04.deviantart.net/fs71/i/2011/316/7/7/mourn_by_eliseenchanted-d4fwk4c.jpg" alt="" width="280" height="280" />Por mais que a vida e que as situações que a compõem nos iludam a acreditar que o passado morreu no seu tempo, vivemos constantemente o presente na memória de flashes consecutivos de um passado que nos assola. Por mais que o futuro pareça sorrir e iluminar qualquer pedaço da nossa existência, parecemos querer esquecer e finalmente esconder a nossa vida, em cada traço da nossa essência.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>O amor</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 23:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[O amor é necessariamente complicado, pois envolve dois seres únicos que têm de aprender a viver como um só. Mas também é necessariamente simples porque duas cabeças pensam melhor que uma. (^_^)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;">O amor é necessariamente complicado, pois envolve dois seres únicos que têm de aprender a viver como um só. Mas também é necessariamente simples porque duas cabeças pensam melhor que uma.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;">(^_^)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Citando meu livro</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 16:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa]]></category>
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		<category><![CDATA[meu livro]]></category>
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		<description><![CDATA[A universidade é como dois gémeos. Existe o gémeo trabalhador, compelido a construir um bom futuro e confecionar o máximo dinheiro possível. Do outro lado da moeda temos o gémeo que esquece o seu irmão e procura fazer exatamente o contrário, beber imenso e estourar o máximo de dinheiro existente. de Muito Mais Que Apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://fc05.deviantart.net/fs12/i/2006/320/8/2/twins_by_sheida21.jpg" alt="" width="540" height="359" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A universidade é como dois gémeos. Existe o gémeo trabalhador, compelido a construir um bom futuro e confecionar o máximo dinheiro possível. Do outro lado da moeda temos o gémeo que esquece o seu irmão e procura fazer exatamente o contrário, beber imenso e estourar o máximo de dinheiro existente.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;">de <em><strong><a href="http://vigilanteworld.com/o-meu-livro-mudancas-e-espreitadela">Muito Mais Que Apenas Amor</a></strong></em></p>
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		<title>Monopólio da vida</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 15:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Se vivemos para amar, e se de amar retiramos o amor. Se vivemos para a felicidade e se o amor se desdobra em sofrimento e prazer. Se o prazer é fruto de felicidade conjugada com amor. Então o amor é falso porque o seu desdobramento resulta na imprevisibilidade da vida e na inconciliação do seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://fc09.deviantart.net/fs71/f/2010/284/4/7/47e84bc0e8a1f6637dcc2440aa70c436-d30iwnw.jpg" alt="http://fc09.deviantart.net/fs71/f/2010/284/4/7/47e84bc0e8a1f6637dcc2440aa70c436-d30iwnw.jpg" width="550" height="359" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Se vivemos para amar, e se de amar retiramos o amor. Se vivemos para a felicidade e se o amor se desdobra em sofrimento e prazer. Se o prazer é fruto de felicidade conjugada com amor. Então o amor é falso porque o seu desdobramento resulta na imprevisibilidade da vida e na inconciliação do seu objetivo.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9ABiH89JMtw?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/9ABiH89JMtw?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Caminhos cruzados</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 18:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem somos nós? Para nós somos alguém que nasceu e tem um papel nesta vida, mas para quem não nos conhece o que somos? Zero, uma nada que não conhecem, enfim não existimos. Pois bem, o nosso cérebro guarda informação do que conhecemos, de algo que tenha-mos uma vaga ideia que exista, não de algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://fc06.deviantart.net/fs17/i/2007/154/8/8/friendship__by_mont_martre.jpg" alt="http://fc06.deviantart.net/fs17/i/2007/154/8/8/friendship__by_mont_martre.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem somos nós? Para nós somos alguém que nasceu e tem um papel nesta vida, mas para quem não nos conhece o que somos? Zero, uma nada que não conhecem, enfim não existimos. Pois bem, o nosso cérebro guarda informação do que conhecemos, de algo que tenha-mos uma vaga ideia que exista, não de algo que nunca conhecemos. Sabemos o que são pessoas porque nos cruzamos todos os dias com elas, mas alguma vez se perguntaram, qual será a história daquela senhora idosa com quem se acabem de cruzar? Não? Isso acontece porque é como se essa pessoa não existisse.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais a sociedade vive para si e apenas se conhece a si, digamos que muitas vezes a vida abriga a isso mas não tem de ser regra. O título deste post &#8220;<em>Caminhos Cruzados</em>&#8221; serve para transmitir uma ideia de algo fantástico desta vida que é conhecer alguém. Não se trata apenas de conhecer alguém, trata-se de acrescentar informação ao cérebro, trata-se de cruzar duas vidas, trata-se mesmo de dar vida o que para nós não existia ou nos era pouco relevante. Pensem nisso como o nascimento de alguém na vossa vida, essa pessoa pode viver perto de vocês como viver noutro país mas pelo facto de se terem conhecido essa pessoa já não é mais um fantasma na vossa vida é uma presença, que nos incomoda, nos faz rir, nos faz chorar, enfim nos faz sentir, vivos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Todos somos diferentes, não existe ninguém igual a ninguém, apenas pessoas parecidas, por essa razão sempre que se conhece alguém existe um confronto de personalidades, de pensamentos, e digam-me o que há de mais inspirador e instrutivo do que isso? Só mesmo a própria vida. Vocês, mesmo não vos conhecendo, não são fantasmas mas sim presenças vivas, desde o primeiro dia em que leram uma palavra minha, por isso, os nossos caminhos estarão sempre cruzados&#8230;</p>
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		<title>O reflexo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reflexo. Deveria este ser real não deveria? Os fantasmas não têm reflexo, mas ainda não foi provado que estes existem, mas mesmo assim eu afirmo que existem, não os fantasmas, mas os reflexos que não são refletidos. O reflexo, outrora em tempos não assim tão remotos, era a realidade que um espelho espelhava, apresentava todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://fc03.deviantart.net/fs50/f/2009/334/2/6/26d366541e5b3f6c930939fffafd9b26.jpg" alt="http://fc03.deviantart.net/fs50/f/2009/334/2/6/26d366541e5b3f6c930939fffafd9b26.jpg" width="650" height="333" /></p>
<p style="text-align: justify;">Reflexo. Deveria este ser real não deveria? Os fantasmas não têm reflexo, mas ainda não foi provado que estes existem, mas mesmo assim eu afirmo que existem, não os fantasmas, mas os reflexos que não são refletidos. O reflexo, outrora em tempos não assim tão remotos, era a realidade que um espelho espelhava, apresentava todos os defeitos, as perfeições e no fundo quem o olhava, uma pessoa. Hoje em dia, isso não se verifica, porque as pessoas já não são pessoas, as pessoas são um reflexo do que não são, o reflexo de uma sociedade regulada e limitada por padrões que os obrigam a ser o que não são, a mostrar o que não têm e a agir como nunca o fizeram.</p>
<p style="text-align: justify;">Revoltados diria. Mas o que o mundo precisa é uma revolta. Não uma revolta mundial, mas uma revolta interna que começa em cada um de nós e que revolta é essa, perguntam vocês. Trata-se da afirmação e defesa de quem somos, sem privações, sem medos, sem medo de encarar a sociedade. Afinal somos nós, porque tentamos ser mais do que isso, se somos bons como somos?</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas vivem no medo de falhar, de estabelecer etapas que conseguem ultrapassar, mas que se vêm limitados pelo fator medo. No fundo tudo é um grande jogo psicológico onde o medo domina. Cada pessoa tem as qualidades que os definem, têm a personalidade que os caracteriza, porque queremos nós ter mais qualidades que não temos? Por pura ilusão, por ignorância, por medo do que a sociedade possa pensar de nós?</p>
<p style="text-align: justify;">No fundo este é o reflexo de uma sociedade que não vive e quem não vive não tem reflexo, logo são fantasmas e os fantasmas existem, certo?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poesia</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 15:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poesia não são apenas versos agrupados em quadra, são sim um fragmento, pedaços guardados no tempo, de figuras vivendo em nada. É uma caixa de sentimentos, arquivos desiguais de uma vida, uma dor insaciável apenas curada na escrita. Cada palavra é sangue, cada verso uma veia, a poesia o coração que mantêm a chama acesa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://th09.deviantart.net/fs42/300W/f/2009/087/2/5/255b0b38b18efd345a7112ef8bd9b16c.jpg" alt="http://th09.deviantart.net/fs42/300W/f/2009/087/2/5/255b0b38b18efd345a7112ef8bd9b16c.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify;">Poesia não são apenas versos agrupados em quadra, são sim um fragmento, pedaços guardados no tempo, de figuras vivendo em nada. É uma caixa de sentimentos, arquivos desiguais de uma vida, uma dor insaciável apenas curada na escrita. Cada palavra é sangue, cada verso uma veia, a poesia o coração que mantêm a chama acesa. A caneta é a melhor amiga de um poeta, a ponte inexistente entre o papel e mente aberta. Um ser descoberto a confissão de uma vida, a sua deceção e ilusão, em cada poema uma ferida.</p>
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		<title>Amor</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 17:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Forte]]></category>
		<category><![CDATA[Perco]]></category>

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		<description><![CDATA[O amor é tão forte, tão intenso, tão arrebatador, de certo modo tão doce, que o açúcar se envergonha, tão mágico, tão natural, tão certo e incerto, tão longe e tão perto, o amor, esse amor é meu, é o amor que temos, aquele amor forte, que me deixa sem palavras, que me faz ficar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">O amor é tão forte, tão intenso, tão arrebatador, de certo modo tão doce, que o açúcar se envergonha, tão mágico, tão natural, tão certo e incerto, tão longe e tão perto, o amor, esse amor é meu, é o amor que temos, aquele amor forte, que me deixa sem palavras, que me faz ficar mudo, mesmo tendo tanto para dizer… Este amor.</p>
<p style="text-align: center;">O seu toque paralisa-me, hipnotiza-me e controla-me. Torna-me seu e de um momento para o outro, perco tudo o que era, tudo o que possuía como meu. Esse meu torna-se nós e é aí que nasce a magia, não posso dizer muito, apenas que te amo mais que poesia.</p>
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		<title>Desejo</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 17:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Desejo-te de uma forma que nunca ninguém ousou desejar, e desejando, desejo para sempre te amar. Desejo ser o ombro em quem encostas e choras, e chorando, mostras o quanto me amas. Desejo ser o beijo que toca teu rosto antes de adormecer, e adormecendo a teu lado direi, “Te amo até morrer“]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;">Desejo-te de uma forma que nunca ninguém ousou desejar, e desejando, desejo para sempre te amar. Desejo ser o ombro em quem encostas e choras, e chorando, mostras o quanto me amas. Desejo ser o beijo que toca teu rosto antes de adormecer, e adormecendo a teu lado direi, “<span style="font-style: italic;">Te amo até morrer</span>“</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Fruto Proibido</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 17:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vigilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Angustiada, perdida assim estava, esperando por alguém que ansiava, que tirasse a última carta, uma pessoa que não chegava. Assim estava, sem rumo no fundo, perdida no meu mundo, onde ninguém entrava nem que fosse para tirar o último trunfo, de um jogo viciante, que me vicia assim que o tento compreender, que me agarra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://th04.deviantart.com/fs45/300W/f/2009/130/c/7/c781e2079bf1f81b68fefb782a2c521a.jpg" alt="" width="220" height="220" />Angustiada, perdida assim estava, esperando por alguém que ansiava, que tirasse a última carta, uma pessoa que não chegava.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim estava, sem rumo no fundo, perdida no meu mundo, onde ninguém entrava nem que fosse para tirar o último trunfo, de um jogo viciante, que me vicia assim que o tento compreender, que me agarra e me prende, de uma forma estranha de ser mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele abusa do jogo, e joga com cartas que não entendo, e eu… vou vivendo, contradizendo o que vou vendo, porque sei sabendo que mesmo não querendo o que digo dizendo, meus olhos mostram que o desejo.</p>
<p style="text-align: justify;">É insaciável, no fundo é proibido, mas é também verdade quando dizem que este é o mais apetecido.</p>
]]></content:encoded>
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