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Pitas emancipadas e violações (Atualizado)

Hoje em dia são debatidos tantos assuntos completamente sem importância e muitos outros totalmente pertinentes acabam por ser esquecidos. O assunto que me traz aqui hoje não é nada mais do que o que considero ser o crescimento exacerbado de raparigas com uma mentalidade de ervilha que procuram insaciavelmente por se tornarem mulheres fisicamente e descurando a parte mental… E também de violações…
Nada é mais vulgar atualmente do que ver uma “criança” dos seus 12 ou 13 anos e já não refiro idades inferiores a isto, com o cigarrinho nas unhas. Como referi isso é já totalmente vulgar e já foi referido no meu artigo “Onde paira a juventude“, razão pela qual não me irei alongar nesse campo.
O assunto que verdadeiramente quero focar é o facto que as crianças de hoje cada vez mais querem saltar a adolescência e passar para uma fase adulta. Quando isto sucede coloca-se um grande problema, visto que a evolução apenas se processa a nível físico e da aparência e não a nível mental, porque é puramente impossível uma criança saber pensar como um adulto ou julgar sequer as suas atitudes e as repercussões que estas podem ter.
A culpa não é apenas das crianças mas também dos pais que muitas vezes ignoram como as suas filhas se vestem, já nem falo naqueles que incentivam as mesmas a vestirem-se como umas autênticas “prostitutas de miniatura“. As crianças devem vestir-se como crianças e comportar-se como tal, ou como jovens adolescentes que são, nunca como umas mulherzinhas prontos para iniciar a sua vida sexual e a enredarem numa rede de vícios com os quais nunca tiveram contacto na vida e que apenas querem ter porque a sua geração lhe faz crer que são “fixe“.
Tudo piorou com a introdução das redes sociais. Os pais já não tinham controlo sobre as suas filhas antes, mas tudo se processava a um nível local. Com a introdução das redes sociais e com a sua utilização por parte de crianças que não conhecem os seus riscos potenciais, o nível local passou a nacional e quem sabe até mundial!
Depressa começou a febre das garotas pequenas em colocar fotos menos próprias nas grandes redes sociais como o hi5 e o mais utilizado atualmente o facebook. Não conhecem sequer os perigos que uma ação como esta acarreta, mas mesmo assim continuam a fazê-lo.
Depois ouve-se falar em violações e no aumento que se tem verificado, o que nos leva a pensar de vários pontos de vista esta questão.
Serão as violações todas fruto de um bando de tarados que tem vindo a crescer? Ou serão grande parte provocados por uma crescente exposição e provocação por parte das raparigas? Não serão muitas delas também inventadas?
Não acredito que os tarados tenham vindo a aumentar, porque sempre existiram. Acredito que muitas vezes a violação é causada por culpa da própria rapariga, porque muitas vezes a relação é consentida e a rapariga é que provoca e quer a relação e depois usa-a para alegar uma violação (casos assim têm crescido a um ritmo alarmante ). Mas sabemos que isso não acontece em todos os casos e seria triste afirmar que a culpa é inteiramente delas porque não é, mas é verdade também que muitas vezes acontece porque cada vez mais as raparigas tendem a provocar o homem e a agir e vestir-se como verdadeiras mulheres que ainda nem atingiram a adolescência.
Também não acredito em grande parte das violações que são relatadas. Acredito em pessoas simples, sem grandes posses e sem ostentação de grandezas. Não me pretendo estender muito mais dentro deste assunto, gostava apenas de vos deixar a pensar no que aqui foi debatido, talvez para certas pessoas sirva como um “abre olhos“, porque nunca é tarde perguntar:
A tua mãe sabe que és assim tão puta?
O artigo tem causado muita controvérsia porque metade das pessoas não perceberam o que eu queria transmitir e isso é compreensível. Não estou a colocar a culpa das violações nas raparigas, estou apenas a tentar alertar as mesmas para criarem uma atitude diferente perante a vida e para não tentarem ser o que não são. As violações existem e são uma tristeza, mas serve também abrir algumas cabeças e pensar se muitas vezes os nossos comportamentos de risco não as poderão também causar. Pensem nisso nesta noite de passagem de ano!
Sentimento Calmo – Amor a longo prazo

Tudo começou a 14 de Dezembro de 2008 com a publicação da prosa “Sentado em teu banco” e hoje após quase 3 anos, ainda se mantêm de pé, vivo e com vontade de evoluir a cada dia que passa. Falo obviamente do meu site – Sentimento Calmo – que nos dias que correm se tornou num portal de amor e relacionamentos na internet.
É engraçado hoje perante os meus colegas do curso de Jornalismo e Comunicação ou apenas entre amigos afirmar-me como criador e escritor deste site, porque pura e simplesmente acham difícil de acreditar. Talvez seja bom sinal duvidarem da nossa capacidade para abordar determinados assuntos, mas acredito que quando nos interessamos e especializamos numa determinada área tornamo-nos bons nela. Mas para compreender o presente temos primeiro de voltar ao passado.
O nascer do Sentimento Calmo
A vida e sobretudo o amor leva-nos à criação de projetos que à partida achamos apenas ser do momento e não pensamos que se possa tornar um projeto de futuro. O Sentimento Calmo, nasceu num desvaneio de amor. Na altura namorava uma rapariga de Lisboa e devido à distancia que nos separava por vezes era necessário encontrar formas de diminuir essa distancia e de nos aproximar e encontramos esse refúgio na escrita. O Sentimento Calmo na sua origem começou por ser um simples blog criado no blogspot e era nada mais, nada menos, do que uma prenda que decidi oferecer à rapariga. Uma prenda que iria ser atualizada várias vezes porque contava colocar nesse mesmo site, poemas e outros textos que ao longo da nossa relação iria escrevendo. E esta era a ideia inicial…
Mas as coisas mudaram…
Com o passar do tempo a rapariga entrou também no projeto e começamos a escrever juntos no site. Esqueci-me de referir que o site se chama Sentimento Calmo, porque era assim que apelidávamos a relação que ambos tínhamos. Começamos a escrever não apenas para nós, mas também para um público mais vasto, sobre a temática do amor. O site foi crescendo.
Depois de um ano, o Sentimento Calmo, já era mais do que um site sobre amor, mas sim um guia ao amor! Infelizmente a nossa relação acabou e fiquei sozinho neste projeto, o que não me impediu de lutar, pelo contrário, ainda me deixou com mais força. Restruturei de forma completa o site e em vez de falar de mim próprio, decidi começar a ajudar as outras pessoas. Resultou.
Várias pessoas já passaram por este site e deixaram o seu contributo, algumas escritoras dentro do ramo da escrita e tudo mais. Uns ficaram outros passaram. Atualmente o site conta com 3 colaboradores (Marcos, Clara e Patrícia), que com alguma regularidade me enviam artigos para publicar no site. Todos os restantes artigos, diria 90% deles são da minha autoria e continuarão a ser.
O Sentimento Calmo na atualidade
Deixou de ser uma simples paixão do momento para passar a ser um projeto de vida, que manterei mesmo não colhendo qualquer fruto, o que não se verifica, porque o amor das pessoas que diariamente procuramos ajudar, pura e simplesmente não tem preço.
O Sentimento Calmo, encontra-se também no facebook, através do nosso grupo de fans que aconselho vivamente a seguirem. É um projeto que tem crescido de modo gradual, mas tem crescido e acho isso importante. Para o tempo de vida que tem deveria ter bastante mais projeção, mas nem sempre existe o lado monetário necessário para esse mesmo empurrão.
No futuro espero conseguir continuar a brindar todas as pessoas de bons artigos, melhorar os meus conhecimentos na área e o principal objetivo do blog – melhorar as relações amorosas de várias pessoas e ajuda-las o mais que seja a decidirem qual o melhor caminho a seguirem nas suas vidas.
Visitem o Sentimento Calmo
Verdade inconveniente sobre a música

Todos amamos música, vivemos melodias e parecemos transpirar notas musicais. Por vezes chegamos a acreditar que a vida é uma conjunção de melodias que adequamos quase instantaneamente a cada uma das situações que a vida nos dispõe. Quando estamos tristes, a título de exemplo, ouvimos e repetimos melodias tristes como se uma veia de sadomasoquismo respirasse dentro de cada um de nós.
Também é engraçado acreditarmos e defender-mos piamente que os nossos gostos musicais permanecem estáticos e inalteráveis ao longo da nossa vida. Há quem defenda isto com uma veracidade inquebrável, aparentemente por fora, mas falível no seu interior. A vida muda e com ela mudam as nossas atitudes e gostos, existe algo que é crescermos como pessoas e nesse crescimento são efetuadas várias mudanças, o nosso gosto musical é uma delas. Existe quem experimente uma mudança de uns míseros 8 para 80 e existe igualmente quem apresente uma mudança menos drástica mas a verdade é que a mudança ocorre por mais que teimemos em dizer que não.
Não sei se é um caso de afirmação pessoal mas existe quem ame mostrar a sua música ao mundo, como se o seu mundo não fosse suficientemente grande para guardar toda aquela barulheira musical. Todos procuram mostrar aos outros o seu gosto pessoal em vez de procurarem apreciar por si próprios a essência de cada música. Todos somos um ser singular com gostos próprios, por isso vivam dentro dos vossos gostos e não procurem transformar o vosso mundo num agregador de novos ouvintes para um mundo que deverá ser apenas nosso.
Não deixa de ser engraçado também quem afirma de pés juntos que não viveria sem a música. Viveria sim e de forma bem semelhante à sua atual. Tudo na vida é uma habituação e apenas sentimos saudades de algo que já nos habituamos a ter. Viver sem música seria como curar um amor perdido, mas demoraria bem mais tempo, porque também durou bastante mais tempo nas nossas vidas.

Muito menos será possível viver sem música, porque tudo o que nos rodeia se assemelha a uma panóplia de melodias, umas mais harmoniosas e outras menos. Tal como a vida. Temos ainda a capacidade de criar melodias dentro de nós independentemente das nossas capacidades auditivas. Temos uma personalidade própria e um ouvido crítico que apuramos dia após dia na busca da melodia perfeita.
Tal como a vida temos a capacidade de formar gostos, de modelar gostos e sobretudo de ganhar a capacidade de respeitar as opiniões que contrastam com a nossa. A música é nossa, tal como a vida. Somos seres únicos com pensamentos e atitudes únicas que contrastam com um mundo de atitudes completamente opostas às nossas. Somos a construção constante de um mundo onde devemos apenas nos viver. O nosso mundo! O mundo que define a pessoa que somos e a pessoa que apresentamos a todos os outros pequenos mundos que circundam o nosso.
Metam de uma vez por todas na vossa cabeça que todos temos o nosso mundo onde podemos e devemos tomar todas as decisões que nos conduzam à felicidade sem olhar para lá do mundo. Depois é fácil, basta adaptarem esse desejo aos outros mundos. Se não criar conflito, lute. Conquiste. Seja realmente feliz! Ninguém pode lutar pela nossa felicidade se não o fizermos primeiro. Não pensem tanto nos outros, pois não serão estes que irão tomar as decisões da vossa vida, apenas estarão presentes para as criticar… E isso afeta-vos?
A casa dos ignorantes 2
Sei que o povo português sempre foi habituado a consumir programas e novelas ignorantes depois de um longo dia de trabalho, mas ir para além disso e juntar a ignorância à coscuvilhice?
Obviamente que me estou a referir à casa dos segredos, amada por uns e odiada por outros. Tenho de começar por dar os parabéns à tvi porque finalmente conseguiu descobrir como criar a fórmula explosiva: juntar um bando de desenvergonhadas com um bando de cães musculosos e com cio com um grau de qi de 0,1 é sem dúvida uma grande ideia. Não saber nenhum país da América do sul ou achar que a África está incluída é sem dúvida de pessoas cheias de cultura e inteligência. E para juntar a isso colocar o diário da casa no intervalo dos morangos com açúcar para todas as crianças de 13 anos assistirem ao quanto este mundo está ignorante é sem dúvida muito educativo.

Mas o povo português cada vez se tornou menos exigente. Cada vez se tornou mais “cusco” e cada vez mais procura um prazer aparente num simples programa que o entretenha sem ter de pensar minimamente. O importante é criar fofoca, é ter conversa no café, nem que seja da vida de um ignorante que por uma curta passagem na televisão vira uma estrela das revistas e vai a todos os programas que acabam por entreter os reformados e as pessoas que passam a vida a encher a mente de palha para alimentar o burro.
Depois aparecem os cortes na cultura. As pessoas a perderem o interesse pelas letras, pelo teatro e por todas as outras artes. É simples o mundo parece querer-nos burros! Parece querer habituar-nos a um mundo de novela em que se perder-mos um episódio continuamos a conseguir acompanhar a história, mas esquecem-se que na vida real isso não acontece. Estamos a formar ignorantes acima de tudo e essa ignorância começa nesses programas e em todas essas celebridades, muitas delas sem um pingo de cultura que todos os dias nos assolam na televisão. Serei eu muito extremista ou apenas uma pessoa vigilante para perceber o que se passa à nossa volta?
Se a vida dá limões, fazemos limonada!

A vida é complicada por natureza, mas ninguém nos garantiu que fosse simples. Não existe um manual de instruções que nos faça seguir um caminho estandardizado que nos conduza ao sucesso. Esse sucesso é atingido mediante muitos fracassos. A vida é falhar e aprender a não cometer os mesmos erros, mas mais importante ainda, a vida é o que queremos se acreditar-mos em tal e lutar-mos pela sua concretização.
No fundo não poderia ser mais verdade a grande máxima que diz que “Se a vida nos dá limões, fazemos limonada“. A vida é uma dádiva que foi cedida a cada um de nós e cada um de nós tem a possibilidade de a tornar em algo positivo como também em algo negativo. A vida é dura, mas existe também uma máxima que nos diz que “A vida é dura para quem é mole“. Isto significa que a vida é dura para quem se conforma com o que lhe foi cedido e não procura superar as dificuldades que a sua vivência lhe presencia.
Trata-se de arriscar e ir à luta, sabendo que se pode perder mas lutando para atingir a vitória. Cada um de nós tem um valor incalculável capaz de movimentar com pequenos gestos milhares de pessoas, porque não procurar descobrir esse mesmo valor e investir nele?
Não cruzem os braços e coloquem a culpa na vida e no azar em tudo o que de mal vos acontece. Aprendam antes a criticar e a pensar “o que poderei tirar de bom do mal que me aconteceu?“. Só assim poderão ultrapassar uma fase menos má e utiliza-la para investir em algo bom. Não parem nunca porque também conheço uma máxima que diz “Parar é morrer“. Parar é morrer porque se trata de aceitar as coisas como estão e não procurar mudar nada.
Cada vez mais percebo que a vida é como a roleta, cheia de possibilidades. Um local onde podemos ganhar ou perder tudo. A vida é igual. A vida é um jogo de apostas onde devemos cuidadosamente arriscar numa casa que achamos que nos possa trazer o maior lucro presente e futuro. Pensem nisso e não se esqueçam, “se a vida vos der limões façam uma boa limonada“, e mostrem essa especialidade ao mundo!













