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Dezembro 31st, 2011

Pitas emancipadas e violações (Atualizado)

Hoje em dia são debatidos tantos assuntos completamente sem importância e muitos outros totalmente pertinentes acabam por ser esquecidos. O assunto que me traz aqui hoje não é nada mais do que o que considero ser o crescimento exacerbado de raparigas com uma mentalidade de ervilha que procuram insaciavelmente por se tornarem mulheres fisicamente e descurando a parte mental… E também de violações…

Nada é mais vulgar atualmente do que ver uma “criança” dos seus 12 ou 13 anos e já não refiro idades inferiores a isto, com o cigarrinho nas unhas. Como referi isso é já totalmente vulgar e já foi referido no meu artigo “Onde paira a juventude“, razão pela qual não me irei alongar nesse campo.

O assunto que verdadeiramente quero focar é o facto que as crianças de hoje cada vez mais querem saltar a adolescência e passar para uma fase adulta. Quando isto sucede coloca-se um grande problema, visto que a evolução apenas se processa a nível físico e da aparência e não a nível mental, porque é puramente impossível uma criança saber pensar como um adulto ou julgar sequer as suas atitudes e as repercussões que estas podem ter.

A culpa não é apenas das crianças mas também dos pais que muitas vezes ignoram como as suas filhas se vestem, já nem falo naqueles que incentivam as mesmas a vestirem-se como umas autênticas “prostitutas de miniatura“. As crianças devem vestir-se como crianças e comportar-se como tal, ou como jovens adolescentes que são, nunca como umas mulherzinhas prontos para iniciar a sua vida sexual e a enredarem numa rede de vícios com os quais nunca tiveram contacto na vida e que apenas querem ter porque a sua geração lhe faz crer que são “fixe“.

Tudo piorou com a introdução das redes sociais. Os pais já não tinham controlo sobre as suas filhas antes, mas tudo se processava a um nível local. Com a introdução das redes sociais e com a sua utilização por parte de crianças que não conhecem os seus riscos potenciais, o nível local passou a nacional e quem sabe até mundial!

Depressa começou a febre das garotas pequenas em colocar fotos menos próprias nas grandes redes sociais como o hi5 e o mais utilizado atualmente o facebook. Não conhecem sequer os perigos que uma ação como esta acarreta, mas mesmo assim continuam a fazê-lo.

Depois ouve-se falar em violações e no aumento que se tem verificado, o que nos leva a pensar de vários pontos de vista esta questão.

Serão as violações todas fruto de um bando de tarados que tem vindo a crescer? Ou serão grande parte provocados por uma crescente exposição e provocação por parte das raparigas? Não serão muitas delas também inventadas?

Não acredito que os tarados tenham vindo a aumentar, porque sempre existiram. Acredito que muitas vezes a violação é causada por culpa da própria rapariga, porque muitas vezes a relação é consentida e a rapariga é que provoca e quer a relação e depois usa-a para alegar uma violação (casos assim têm crescido a um ritmo alarmante ). Mas sabemos que isso não acontece em todos os casos e seria triste afirmar que a culpa é inteiramente delas porque não é, mas é verdade também que muitas vezes acontece porque cada vez mais as raparigas tendem a provocar o homem e a agir e vestir-se como verdadeiras mulheres que ainda nem atingiram a adolescência.

Também não acredito em grande parte das violações que são relatadas. Acredito em pessoas simples, sem grandes posses e sem ostentação de grandezas. Não me pretendo estender muito mais dentro deste assunto, gostava apenas de vos deixar a pensar no que aqui foi debatido, talvez para certas pessoas sirva como um “abre olhos“, porque nunca é tarde perguntar:

A tua mãe sabe que és assim tão puta?

O artigo tem causado muita controvérsia porque metade das pessoas não perceberam o que eu queria transmitir e isso é compreensível. Não estou a colocar a culpa das violações nas raparigas, estou apenas a tentar alertar as mesmas para criarem uma atitude diferente perante a vida e para não tentarem ser o que não são. As violações existem e são uma tristeza, mas serve também abrir algumas cabeças e pensar se muitas vezes os nossos comportamentos de risco não as poderão também causar. Pensem nisso nesta noite de passagem de ano!

Dezembro 4th, 2011

Sentimento Calmo – Amor a longo prazo

Tudo começou a 14 de Dezembro de 2008 com a publicação da prosa “Sentado em teu banco” e hoje após quase 3 anos, ainda se mantêm de pé, vivo e com vontade de evoluir a cada dia que passa. Falo obviamente do meu site – Sentimento Calmo – que nos dias que correm se tornou num portal de amor e relacionamentos na internet.

É engraçado hoje perante os meus colegas do curso de Jornalismo e Comunicação ou apenas entre amigos afirmar-me como criador e escritor deste site, porque pura e simplesmente acham difícil de acreditar. Talvez seja bom sinal duvidarem da nossa capacidade para abordar determinados assuntos, mas acredito que quando nos interessamos e especializamos numa determinada área tornamo-nos bons nela. Mas para compreender o presente temos primeiro de voltar ao passado.

O nascer do Sentimento Calmo

A vida e sobretudo o amor leva-nos à criação de projetos que à partida achamos apenas ser do momento e não pensamos que se possa tornar um projeto de futuro. O Sentimento Calmo, nasceu num desvaneio de amor. Na altura namorava uma rapariga de Lisboa e devido à distancia que nos separava por vezes era necessário encontrar formas de diminuir essa distancia e de nos aproximar e encontramos esse refúgio na escrita. O Sentimento Calmo na sua origem começou por ser um simples blog criado no blogspot e era nada mais, nada menos, do que uma prenda que decidi oferecer à rapariga. Uma prenda que iria ser atualizada várias vezes porque contava colocar nesse mesmo site, poemas e outros textos que ao longo da nossa relação iria escrevendo. E esta era a ideia inicial…

Mas as coisas mudaram…

Com o passar do tempo a rapariga entrou também no projeto e começamos a escrever juntos no site. Esqueci-me de referir que o site se chama Sentimento Calmo, porque era assim que apelidávamos a relação que ambos tínhamos. Começamos a escrever não apenas para nós, mas também para um público mais vasto, sobre a temática do amor. O site foi crescendo.

Depois de um ano, o Sentimento Calmo, já era mais do que um site sobre amor, mas sim um guia ao amor! Infelizmente a nossa relação acabou e fiquei sozinho neste projeto, o que não me impediu de lutar, pelo contrário, ainda me deixou com mais força. Restruturei de forma completa o site e em vez de falar de mim próprio, decidi começar a ajudar as outras pessoas. Resultou.

Várias pessoas já passaram por este site e deixaram o seu contributo, algumas escritoras dentro do ramo da escrita e tudo mais. Uns ficaram outros passaram. Atualmente o site conta com 3 colaboradores (Marcos, Clara e Patrícia), que com alguma regularidade me enviam artigos para publicar no site. Todos os restantes artigos, diria 90% deles são da minha autoria e continuarão a ser.

O Sentimento Calmo na atualidade

Deixou de ser uma simples paixão do momento para passar a ser um projeto de vida, que manterei mesmo não colhendo qualquer fruto, o que não se verifica, porque o amor das pessoas que diariamente procuramos ajudar, pura e simplesmente não tem preço.

O Sentimento Calmo, encontra-se também no facebook, através do nosso grupo de fans que aconselho vivamente a seguirem. É um projeto que tem crescido de modo gradual, mas tem crescido e acho isso importante. Para o tempo de vida que tem deveria ter bastante mais projeção, mas nem sempre existe o lado monetário necessário para esse mesmo empurrão.

No futuro espero conseguir continuar a brindar todas as pessoas de bons artigos, melhorar os meus conhecimentos na área e o principal objetivo do blog – melhorar as relações amorosas de várias pessoas e ajuda-las o mais que seja a decidirem qual o melhor caminho a seguirem nas suas vidas.

Visitem o Sentimento Calmo

Novembro 8th, 2011

Verdade inconveniente sobre a música

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Todos amamos música, vivemos melodias e parecemos transpirar notas musicais. Por vezes chegamos a acreditar que a vida é uma conjunção de melodias que adequamos quase instantaneamente a cada uma das situações que a vida nos dispõe. Quando estamos tristes, a título de exemplo, ouvimos e repetimos melodias tristes como se uma veia de sadomasoquismo respirasse dentro de cada um de nós.

Também é engraçado acreditarmos e defender-mos piamente que os nossos gostos musicais permanecem estáticos e inalteráveis ao longo da nossa vida. Há quem defenda isto com uma veracidade inquebrável, aparentemente por fora, mas falível no seu interior. A vida muda e com ela mudam as nossas atitudes e gostos, existe algo que é crescermos como pessoas e nesse crescimento são efetuadas várias mudanças, o nosso gosto musical é uma delas. Existe quem experimente uma mudança de uns míseros 8 para 80 e existe igualmente quem apresente uma mudança menos drástica mas a verdade é que a mudança ocorre por mais que teimemos em dizer que não.

Não sei se é um caso de afirmação pessoal mas existe quem ame mostrar a sua música ao mundo, como se o seu mundo não fosse suficientemente grande para guardar toda aquela barulheira musical. Todos procuram mostrar aos outros o seu gosto pessoal em vez de procurarem apreciar por si próprios a essência de cada música. Todos somos um ser singular com gostos próprios, por isso vivam dentro dos vossos gostos e não procurem transformar o vosso mundo num agregador de novos ouvintes para um mundo que deverá ser apenas nosso.

Não deixa de ser engraçado também quem afirma de pés juntos que não viveria sem a música. Viveria sim e de forma bem semelhante à sua atual. Tudo na vida é uma habituação e apenas sentimos saudades de algo que já nos habituamos a ter. Viver sem música seria como curar um amor perdido, mas demoraria bem mais tempo, porque também durou bastante mais tempo nas nossas vidas.

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Muito menos será possível viver sem música, porque tudo o que nos rodeia se assemelha a uma panóplia de melodias, umas mais harmoniosas e outras menos. Tal como a vida. Temos ainda a capacidade de criar melodias dentro de nós independentemente das nossas capacidades auditivas. Temos uma personalidade própria e um ouvido crítico que apuramos dia após dia na busca da melodia perfeita.

Tal como a vida temos a capacidade de formar gostos, de modelar gostos e sobretudo de ganhar a capacidade de respeitar as opiniões que contrastam com a nossa. A música é nossa, tal como a vida. Somos seres únicos com pensamentos e atitudes únicas que contrastam com um mundo de atitudes completamente opostas às nossas. Somos a construção constante de um mundo onde devemos apenas nos viver. O nosso mundo! O mundo que define a pessoa que somos e a pessoa que apresentamos a todos os outros pequenos mundos que circundam o nosso.

Metam de uma vez por todas na vossa cabeça que todos temos o nosso mundo onde podemos e devemos tomar todas as decisões que nos conduzam à felicidade sem olhar para lá do mundo. Depois é fácil, basta adaptarem esse desejo aos outros mundos. Se não criar conflito, lute. Conquiste. Seja realmente feliz! Ninguém pode lutar pela nossa felicidade se não o fizermos primeiro. Não pensem tanto nos outros, pois não serão estes que irão tomar as decisões da vossa vida, apenas estarão presentes para as criticar… E isso afeta-vos?

Outubro 24th, 2011

A casa dos ignorantes 2

Sei que o povo português sempre foi habituado a consumir programas e novelas ignorantes depois de um longo dia de trabalho, mas ir para além disso e juntar a ignorância à coscuvilhice?

Obviamente que me estou a referir à casa dos segredos, amada por uns e odiada por outros. Tenho de começar por dar os parabéns à tvi porque finalmente conseguiu descobrir como criar a fórmula explosiva: juntar um bando de desenvergonhadas com um bando de cães musculosos e com cio com um grau de qi de 0,1 é sem dúvida uma grande ideia. Não saber nenhum país da América do sul ou achar que a África está incluída é sem dúvida de pessoas cheias de cultura e inteligência. E para juntar a isso colocar o diário da casa no intervalo dos morangos com açúcar para todas as crianças de 13 anos assistirem ao quanto este mundo está ignorante é sem dúvida muito educativo.

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Mas o povo português cada vez se tornou menos exigente. Cada vez se tornou mais “cusco” e cada vez mais procura um prazer aparente num simples programa que o entretenha sem ter de pensar minimamente. O importante é criar fofoca, é ter conversa no café, nem que seja da vida de um ignorante que por uma curta passagem na televisão vira uma estrela das revistas e vai a todos os programas que acabam por entreter os reformados e as pessoas que passam a vida a encher a mente de palha para alimentar o burro.

Depois aparecem os cortes na cultura. As pessoas a perderem o interesse pelas letras, pelo teatro e por todas as outras artes. É simples o mundo parece querer-nos burros! Parece querer habituar-nos a um mundo de novela em que se perder-mos um episódio continuamos a conseguir acompanhar a história, mas esquecem-se que na vida real isso não acontece. Estamos a formar ignorantes acima de tudo e essa ignorância começa nesses programas e em todas essas celebridades, muitas delas sem um pingo de cultura que todos os dias nos assolam na televisão. Serei eu muito extremista ou apenas uma pessoa vigilante para perceber o que se passa à nossa volta?

Agosto 24th, 2011

Se a vida dá limões, fazemos limonada!

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A vida é complicada por natureza, mas ninguém nos garantiu que fosse simples. Não existe um manual de instruções que nos faça seguir um caminho estandardizado que nos conduza ao sucesso. Esse sucesso é atingido mediante muitos fracassos. A vida é falhar e aprender a não cometer os mesmos erros, mas mais importante ainda, a vida é o que queremos se acreditar-mos em tal e lutar-mos pela sua concretização.

No fundo não poderia ser mais verdade a grande máxima que diz que “Se a vida nos dá limões, fazemos limonada“. A vida é uma dádiva que foi cedida a cada um de nós e cada um de nós tem a possibilidade de a tornar em algo positivo como também em algo negativo. A vida é dura, mas existe também uma máxima que nos diz que “A vida é dura para quem é mole“. Isto significa que a vida é dura para quem se conforma com o que lhe foi cedido e não procura superar as dificuldades que a sua vivência lhe presencia.

Trata-se de arriscar e ir à luta, sabendo que se pode perder mas lutando para atingir a vitória. Cada um de nós tem um valor incalculável capaz de movimentar com pequenos gestos milhares de pessoas, porque não procurar descobrir esse mesmo valor e investir nele?

Não cruzem os braços e coloquem a culpa na vida e no azar em tudo o que de mal vos acontece. Aprendam antes a criticar e a pensar “o que poderei tirar de bom do mal que me aconteceu?“. Só assim poderão ultrapassar uma fase menos má e utiliza-la para investir em algo bom. Não parem nunca porque também conheço uma máxima que diz “Parar é morrer“. Parar é morrer porque se trata de aceitar as coisas como estão e não procurar mudar nada.

Cada vez mais percebo que a vida é como a roleta, cheia de possibilidades. Um local onde podemos ganhar ou perder tudo. A vida é igual. A vida é um jogo de apostas onde devemos cuidadosamente arriscar numa casa que achamos que nos possa trazer o maior lucro presente e futuro. Pensem nisso e não se esqueçam, “se a vida vos der limões façam uma boa limonada“, e mostrem essa especialidade ao mundo!