Amor à escrita

O amor não é fácil, por isso somente amo quem não me julga, nunca fui nem quero ser o cão que sofre com dor de pulga. O meu amor é a escrita, o papel é a nossa casa, a caneta o nosso carro, a tinta é amor em brasa. Que bom é ter-te nas noites em que tremo de frio, em frente à lareira em cada linha um arrepio. És tu quem me aquece escrita, e é por ti que eu hoje vivo, vivo para escrever, nos momentos de raiva és meu sedativo. Não encontro adjetivo para descrever tão bela arte, é isto que eu gosto sabes que nunca te colocarei de parte, minha companheira, minha amiga sempre fiel, já uma vez me casei contigo, agora coloca-te o anel de papel.
Sabes escrita por vezes tenho medo de não ser o melhor marido, mas sei que nunca mas nunca conseguirei contigo uma relação de amigo. Tornaste-te minha confidente aquela a que abro o coração, se existe um motivo de estar vivo, tu és a sua razão. Por isso te escrevo essa carta para nunca esqueceres que existo e tu és a razão, ai a razão porque persisto.
5 Responses
Está muito bom Vigilante.
Um poema, uma frase do nosso amigo Vigilante,
Poder escasso, soletrado apenas num instante,
Vigilante world, muito mais que um blog, que deixa sempre os fans atentos,
Daqui fala teu irmão Charila do Submundos que te manda cumprimentos.
Irmão charila por aqui? É sempre um prazer ter-te cá.
Obrigado tanto pelo comentário como pela força
Sempre às ordens ;D
Músicas 5* no player.
Ainda tenho muito que aprender, mas obrigado.














E que belo amor é esse que tens meu amor