Afundo-me em amor « Vigilante, o Poeta Vigilante
Sábado, Janeiro 16th, 2010

Afundo-me em amor

Afundo-me em amor vivendo na felicidade de te ter, suprimiste toda a réstia de dor que o meu ser podia ter, agradeço em vão, embora a sensação seja paixão, esta situação que me prende e rende às amarras do coração. Como um mendigo perdido tendo na esmola motivo, como um nada que embora nada tenta ser ouvido, como um tudo, não completo do que é, pescador da vida lutando com sua própria maré. Corro ao vento e luto no relógio do tempo, podia perder a identidade mas manter todo o meu sentimento, este tormento que me atormenta e me comove, simples como a chuva que sobre minha cara chove.

Gostava de gritar mas a minha voz sai rouca e inaudível, como é que é possível, que algo tão belo seja indestrutível, seja vago mas ao mesmo tempo como uma certeza, seja feio e de feio belo guarde sua beleza. Como uma onda do mar, eu sigo um objetivo, a felicidade que me traz o teu sorriso sentido, aqui sentado escrevo o que o meu coração sente, a verdade das verdades pois meu coração não mente.


Category: Prosa / Prosa Amor
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2 Responses

16 de Janeiro de 2010
nez

sem comentarios..  como kia te libertar desse pesadelo, dessa prisão… A…. M…. transmites-me felicidade.


29 de Janeiro de 2010
Rui Silva

Começa a escrever um livro ^^